Foi apresentado e explicado o projeto da ponte. Desde o planejamento urbano das avenidas principais da região, a General Meira e Morenitas, até a altura da ponte, preparada para grandes vazões. O custo da obra ainda não foi definido, mas estima-se que seja em torno de R$150 milhões.
Na abertura do evento, a vereadora já anunciou seu posicionamento favorável à obra. “Acredito e tenho quase certeza de que vai ser um progresso muito importante, não só para aquela região, mas como para toda a cidade”.
A população, principalmente moradores da região do Porto Meira, onde a ponte será construída, usou a Tribuna para questionar e expor sugestões e críticas favoráveis e contra a obra.
O Presidente da União dos Comerciantes do Porto Meira, Erci João Werner, declarou que é preciso“ apoiar e exigir que isso comece o quanto antes, porque o Porto Meira já perdeu muito e não podemos deixar escapar essa oportunidade. Até os mais humildes concordam que o Porto Meira precisa de um investimento.” A profissional em área de urbanismo, Marian Damen expôs um outro ponto de vista. Ela acredita que a região deve ser alvo de investimentos, mas é contra a localização da construção da Ponte. “O Marco das Três Fronteiras não é do Porto Meira, não é de Foz do Iguaçu, é do Mercosul e temos que respeitar. É um eixo turístico único.”, defendeu.
Quem também usou a Tribuna foi o líder comunitário e morador do Porto Meira, Afonso Brizola. Segundo o ex-vereador, a ponte será importante para a região, mas é preciso discutir assuntos pertinentes a comunidade. “O DNIT nos deu oportunidade para que pudéssemos discutir, por exemplo, sobre a dificuldade de acesso à Avenida Morenitas. Temos que pensar como vamos usufruir daquilo e como vamos aproveitar melhor esse benefício que estamos recebendo.”
Conforme o projeto, a segunda ponte servirá para “desafogar” a Ponte da Amizade, além de eliminar cerca de 800 caminhões que trafegam nas vias principais da cidade.
Fonte: Portal de Notícias da Câmara de Foz do Iguaçu
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